MEXICO: A ochenta años del natalicio de Ernesto “Che” Guevara. El siempre vivo, el siempre vigente, el eterno “Che” (Fuente: Patricia Barba Ávila). El 14 de junio se cumplen ochenta años del natalicio del Guerrillero Heroico, Ernesto Guevara de la Serna, apodado “Che” por sus amigos. Rosario lo vio crecer, agobiado desde una edad muy temprana por un asma terrible que siempre lo retó y que quizá fue el responsable de ese carácter temerario y ese temple de acero que siempre lo impulsó a lanzarse a misiones suicidas, como si con ello buscara la muerte para decirle “aquí estoy porque no te tengo miedo”.
A casi 41 años de que tendido en la humilde escuelita del poblado de La Higuera, Bolivia, mirara con esos ojos profundos y con la osadía de siempre, al militar que con mano temblorosa finalmente le disparó sin lograr matarlo, el Che argentino, el Che cubano, el Che latinoamericano, el Che del mundo entero, continúa vivo, con su famosa tenacidad, en cada preso político, en cada periodista asesinado, perseguido o amenazado; en cada estudiante masacrado o torturado; en las mujeres de San Salvador Atenco cuya valentía fue castigada con violación tumultuaria; en Ignacio del Valle Medina, Trinidad y Nadin; en los cinco héroes cubanos encarcelados por intentar detener el terrorismo de Washington contra la Revolución Cubana; en Mumia Abu-Jamal, luchador por los derechos humanos que lleva en prisión más de 24 años; en Lucía, la única sobreviviente de la masacre perpetrada por el criminal Uribe; en Flavio Sosa y los integrantes de la APPO; en los hermanos Cerezo; en los mexicanos en E.U. como Dorinda Moreno, que luchan diariamente por todas las causas posibles; en los hermanos norteamericanos como Virginia, Robert, Alan y Stephen, que muestran su hermosa solidaridad con el resto del mundo; en los integrantes del movimiento Independentista de Puerto Rico, en los luchadores del Partido del Trabajo de Chile, en los hermanos de la República Bolivariana de Venezuela y su Presidente Hugo Chávez; en el hermano pueblo boliviano y su Presidente Evo Morales, y en el hermano pueblo del Ecuador y su Presidente Rafael Correa, por estar construyendo junto con Cuba, la de Fidel, al que nunca pudieron ni podrán destruir, una América Continental en la que el ser humano sea la razón de todo esfuerzo creador; una América Continental en la que se forme al hombre nuevo, aquel que ponga por encima del dinero y el individualismo, la dignidad, la hermandad, la igualdad de derechos, el respeto y la solidaridad. Esa América por la que Ernesto “Che” Guevara nació, vivió y sigue viviendo…
Ya lo dijo el Presidente Evo Morales en el Foro de los Pueblos Indios: “La Madre Tierra necesita curarse y para ello es necesario eliminar el capitalismo depredador…es necesario decir ‘No’ a la guerra, pues las guerras destruyen a los pueblos y sólo sirven a unas pocas familias que son las que se enriquecen”.
En estos pensamientos, en estas luchas, en estos esfuerzos diarios, es donde el Che vive, sigue vigente, siempre presente…por eso decimos que esa bala aunque lo tocó, nunca lo mató.
HASTA LA VICTORIA SIEMPRE, CHE, COMANDANTE, AMIGO!
CENAS DELA COMO A SEREIA "IARA", NA NOVELA CAMINHOS DO CORAÇÃO, NA RECORD.
ELA ENCANTA E ORGULHA A TODOS NÓS
http://www.youtube.com/watch?v=S2ysko96VDY&NR=1
A foto tem como fonte: http://www.jornaldamidia.com.br/noticias/2007/02/03/Ti-Ti-Ti/Suyane_Moreira_nua_em_novo_ensaio.shtml
Entidades se unem contra Raposa/Serra do Sol - 11/06/2008
Local: São Paulo - SP
Fonte: Amazonia.org.
Link: http://www.amazonia
Para dar força às vozes que afirmam que a homologação da Reserva Indígena Raposa/Serra do Sol (RR) representa uma ameaça à soberania brasileira sobre seu território, ocorreu ontem, 10 de junho, em São Paulo, o seminário "A realidade da Amazônia: Soberania ameaçada, farsa ou realidade?". O evento foi organizado por diversas entidades empresariais, dentre elas o Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis (Sescon-SP), o Centro da Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), a Associação Comercial de São Paulo (ACSP), e a Ordem dos Advogados do Brasil, seccional São Paulo (OAB-SP).
Após soar o hino nacional, numa demonstração de ufanismo exacerbada, todos os expositores, sem exceção, centraram suas falas em apontar todos os riscos caso a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) seja favorável à demarcação contínua das terras indígenas em Roraima. Para eles, apenas a presença ostensiva do exército será capaz de garantir a segurança e a soberania brasileira na região. O General Luiz Gonzaga Lessa, ex-comandante militar da Amazônia, explica que "a terra pertence ao estado e há uma trama de nível internacional para que deixe de ser". O general afirma que o povo brasileiro deve pensar em sua segurança futura e se posicionar de maneira contrária a essa decisão.
O índio macuxi Jonas de Souza Marcolino, morador do município de Pacaraima, local onde ocorreram os piores conflitos entre indígenas e arrozeiros por conta da demarcação das terras afirmou que a população indígena de lá é "objeto de massa de manobra de ONGs internacionais e também de alguns políticos nacionais".
O "perigo" vem de longe
Para o general Lessa, não se trata de coincidência o fato de as áreas indígenas serem demarcadas nas regiões fronteiriças do país. "Lá a presença do Estado é tênue ou mesmo não se faz. Os destacamentos militares ficam muito afastados um do outro. Nós podemos dizer que essa terra é brasileira? É de quem puder mais e no momento são as ONGs. Essa pressão que elas exercem não é nova, mas tende a aumentar.
"O interesse é político, não indígena. Estamos perdendo valores que deveriam ser inquebrantáveis, como o amor à pátria. Isso é uma ameaça, por um povo contra seus compatriotas. Se o estado não estiver presente, os estrangeiros estarão lá. Eles são a as maiores ameaças", corrobora assim Jonas Marcolino as idéias do general.
Segundo Aldo Rebelo, deputado federal pelo PcdoB de São Paulo, está se fabricando artificialmente a dissolução entre os interesses das populações indígenas e o interesse geral do país. Para ele, isso é inadmissível. "Demarcar terras indígenas em áreas de fronteira põe em risco a capacidade de o país defender sua soberania. A Amazônia precisa da presença de brasileiros, ser ocupada de forma economicamente racional e não só contar com o exército para cuidar de seus limites", diz o deputado.
Visão acadêmica?
Para Denis Rosenfield, professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), o Brasil vem sendo alvo de críticas injustas, já que aqueles que o acusam por desmatar - Europa, principalmente - não conservam quase nada de suas coberturas florestais originais. O professor destaca que o Brasil é o país que mais preservou de suas florestas no mundo. Só não comentou o fato de que isso se deve muito mais ao difícil acesso à região Amazônica do que a uma política de governo preocupada com essa questão.
Ele criticou ainda a assinatura do Brasil no Tratado dos Povos Indígenas da ONU, que dentre outras coisas, garante a autodeterminaçã
Rosenfield finalizou sua participação destacando que o país "é uma comunidade de indivíduos e não de nações. As pessoas não se identificam dentro do nosso território por pertencerem a essa ou aquela nação. Se o Brasil permitir a existência de nações dentro da nação maior, amanhã pode emergir uma forma mais explicitamente política, com conflitos de nações dentro do território".
Já o deputado federal Aldo Rebelo disse que deve se preservar acima de tudo o desenvolvimento econômico do país, garantindo a soberania nacional. "Não permitiremos que se utilizem os índios para alcançar objetivos [de estrangeiros dominando a região] que não aceitamos no passado, no presente, nem aceitaremos no futuro", finalizou.
"A maior vítima do conflito"
Já ao final do evento, foi anunciada a fala de alguém que seria a representação viva de como esse embate está prejudicando os interesses nacionais: Paulo César Quartieiro, prefeito de Pacaraima e preso pela polícia federal acusado de mandar atirar em indígenas que se manifestavam contra a presença dos arrozeiros em suas terras.
Ele iniciou sua explanação afirmando existirem apenas duas simples questões que explicam a situação toda. A primeira seria: "queremos entregar a Amazônia, sim ou não? Se sim, basta não fazermos nada". A segunda: "Se a resposta à primeira pergunta for 'não', como reagiremos?". E explicou que em sua cidade ele reagiu [ateando fogo em pontes e atirando em índios], denunciando a entrega do território brasileiro e a segregação étnica e religiosa que pretendem criar aqueles que criticam a presença de não-índios na área.
"O que precisamos é de um plano de desenvolvimento para a região, estamos criando um vácuo que está sendo ocupado por outros. Estamos sitiados, nossa população fronteiriça está sendo dizimada. Estamos lutando para manter a bandeira do Brasil hasteada", disse o prefeito.
Ele disse que os índios têm os mesmos interesses que os arrozeiros, e que aqueles que se colocam contra representam os interesses de ONGs estrangeiras. Quando questionado se índios já haviam sido mortos nos conflitos, Quartieiro se saiu com essa: "Eles são seres humanos, teriam de morrer, né?".
Data: 11/06/2008
Fonte: Amazônia.org.
Enquanto outros paises que cometeram atrocidades contra os povos indígenas se desculpam, e reconhecem os direitos desses povos, no Brasil ganha até reforço uma política de perseguição, criminalização, abandono e disseminação de preconceitos contra os indígenas. Basta ver o triste quadro do atendimento à saúde indígena, os líderes ameaçados de morte, a campanha difamatória contra as organizações indígenas e indigenistas que defendem a demarcação da Terra raposa Serra do Sol como área integral etc. espero que o STF dê uma palavra final justa: a lei deve ser respeitada, e os indígenas t~em direito á sua Terra como já foi acertado e homologado. Se o STF der razão a seis arrozeiros ladrões de índios, será a ratificação do mesmo genocídio que vem sendo praticado nestas terras pelos europeus e brasileiros faz mais de 500 anos.
Esta mancha ficará gravada na história do Brasil. Assim, como foi o último país a acabar oficialmente com a escravidão dos negros, caminha para ser o último país a manter a política de fazer guerra de extermínio e roubo das terras dos indígenas. E o pior é que tudo isso se faz com o apoio silencioso ou manifesto de parte da população. Alguns séculos atrás, os colonizadores poderiam até alegar que seguiam a consciência da época. E os que roubam terras e matam os indígenas de hoje podem alegar o que?
[Florencio Vaz]
CANADÁ
Governante pede desculpas a nativos por assimilação forçada
DA ASSOCIATED PRESS
O premiê canadense, Stephen Harper, pediu desculpas oficiais de seu governo aos habitantes originais do Canadá pela prática que existia no país de tirar à força crianças nativas de suas famílias para freqüentarem escolas públicas cristãs em regime de internato e serem socialmente assimiladas.
"Sentimos muito", afirmou Harper, em discurso no Parlamento. Ele acrescentou que o tratamento dado a essas crianças nos internatos do país é um "triste capítulo da história canadense". O pedido de desculpas do Canadá acontece meses depois do primeiro-ministro australiano, Kevin Rudd, ter anunciado gesto semelhante diante das chamadas "gerações perdidas"- milhares dos aborígenes da Oceania que foram tirados de suas famílias, sob políticas discriminatórias de assimilação, de 1910 a 1970.
No Canadá, mais de 150 mil crianças nativas foram obrigadas a frequentarem escolas públicas católicas, do século 19 até os anos 1970.
"O governo do Canadá admite ser errado remover crianças de seus lares e pedimos desculpas", disse Harper, em declaração televisionada ao vivo. Ainda estão vivos mais de 80 mil estudantes dessas escolas.
Fonte: Folha de São Paulo, 12.06.2008
da France Presse, em Tóquio
Both houses of the Diet unanimously approved a resolution on Friday urging the government to officially recognize Ainu as indigenous people.
The House of Councillors and the House of Representatives voted in favor of the resolution at their respective plenary sessions on Friday.
On behalf of the executive branch of the government, Chief Cabinet Secretary Nobutaka Machimura declared that Japan will formally recognize Ainu as indigenous people.
The government is set to establish a panel on Ainu to consider their indigenous rights after it officially recognizes them as indigenous people.
The move will likely represent a drastic change in Japan's policy of not recognizing Ainu's indigenous rights and putting top priority to the development of Hokkaido where a large population of Ainu has been concentrated since the Meiji Era.
The resolution points out that Japan is required to take specific actions following the adoption of the United Nations Declaration on the Rights of Indigenous Peoples in September last year.
"We must take seriously the historical fact that numerous Ainu people were discriminated against and impoverished as Japan underwent modernization," the resolution says.
It then urges the government to officially recognize Ainu as indigenous people and implement specific measures to protect their rights.
Ainu is an ethnic group that has its own culture and language. They mainly lived in Hokkaido and on the Kuril Islands, and earned a living by hunting and picking wild vegetables.
However, their population decreased sharply under the Meiji government's assimilation policy, according to experts.
A Hokkaido Prefectural Government survey shows that 23,782 Ainu people were living in the northernmost prefecture as of 2006.
Click here for the original Japanese story
(Mainichi Japan) June 6, 2008
![]() | |||
![]() | |||
![]() | |||
|
|||