AINDA QUE ATRASADO, LEMBRO QUE FALECEU A UMA SEMANA A MÃE DE GALDINO PATAXÓ HÃ HÃ HÃE
COMUNICADO DE FALECIMENTO

Comunicamos com pesar o falecimento de dona Minervina Maria de Jesus,
neste dia 11/07/2007 ás 7:00 Hs.da manhã no Hospital Santa Cruz na
cidade de Itabuna/Ba. A mesma tinha 73 anos de idade, e estava internada
na CTI há mais de dez dias em coma devido a conseqüências graves do
diabetes e derrame cerebral. Dona Minervina, índia Pataxó Hã- Hã- Hãe
ficou conhecida nacionalmente por ser a mãe de Galdino Pataxó,que foi
brutalmente assassinado em Brasília, quando reivindicava a liberação de
uma parte da terra indígena Caramuru Catarina Paraguaçu,no município de
Pau Brasil. Daí, de forma incansável se sobressaiu a luta de uma Mãe por
justiça e solidariedade, sensibilizando a todos. Dona Minervina era muito
respeitada diante de seu povo,justamente pelas suas qualidades de Mulher
lutadora,se colocando sempre a disposição da luta,tendo filhos e netos
como as principais lideranças do povo que deram sua vida também de forma
abnegada (João Cravim e Galdino).Dona Minervina deixa 11 filhos
vivos,cerca de 35 netos e 15 bisnetos.A sua morte acontece um ano e três
meses após a morte do seu Jô seu marido e eterno companheiro a qual ela
sempre se referia com muito carinho.O seu sepultamento possivelmente
acontecerá no dia 12/07/2007 na aldeia Caramuru em Pau Brasil

Equipe CIMI Itabuna

Itabuna 11, de Julho de 2007.
"TRANSPOSIÇÃO DO SÃO FRANCISCO É FALÁCIA". LEIA E ESCUTE NOTÍCIAS CRÍTICAS E SÉRIAS COMO ESTA E OUTRAS DE INTERESSE DOS MOVIMENTOS SOCIAIS: RADIOAGENCIA NOTÍCIAS DO PLANALTO

EM DEBATE: Projeto de transposição do Rio São Francisco é uma falácia, aponta estudo da WWF

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clique aqui para ouvir(5´44´´ / 1,31 Mb) - A Organização Não Governamental (ONG) WWF Brasil aponta em recente estudo que obras de transposição não tem alcançado êxito no mundo. A ONG analisou obras de cerca de sete países, incluindo o projeto de transposição das águas do Rio São Francisco - que enfrenta uma forte pressão da sociedade civil organizada. Há cerca de uma semana mais de 1,5 mil pessoas acamparam em área próxima ao município de Cabrobó (PE), um dos trechos onde a obra será iniciada.

Embora o governo federal tenha descartado o diálogo com a sociedade, os acampados pedem a paralisação das obras para negociarem uma melhor maneira de levar água à população do semi-árido. Segundo a WWF, apenas 4% desta água deslocada com o projeto será para o consumo da população e 70% para projetos agriculturáveis de irrigação, o que, segundo os movimentos populares, favorecerá apenas setores do agronegócio. Entre eles, a criação de camarão e a fruticultura.

Leia a continuação:

www.radioagencianp.com.br/index.php?option=com_content&task=view&id=2574&Itemid=43font
ESTADOS UNIDOS: Rigoberta Menchú exorta EUA a eleger candidatos máis humanos. (Fuente: Imagen / Municipio 58, Notimex). Dallas.
La premio Nobel de la Paz 1992, la guatemalteca Rigoberta Menchú, exhortó este viernes a los estadounidenses a elegir a candidatos más “humanos y dignos” en las elecciones generales del próximo año.
 
En su participación en la Conferencia Internacional de Mujeres por la Paz, que se efectúa esta semana en esta ciudad del sureño Estado de Texas, Menchú destacó la necesidad de políticos humanistas en EU. Indicó que sólo si el pueblo estadounidense elige en las próximas elecciones a candidatos dignos y humanos, podría surgir y ser aprobada una reforma migratoria que garantice el respeto a los derechos humanos de los migrantes en este País. “Si no es así, los abusos contra ellos sólo se harán más graves”, dijo Menchú, quien en 1992 fue galardonada con el Premio Nobel de la Paz por promover la justicia social y los derechos humanos de los indígenas en Guatemala.
 
Aunque destacó la necesidad en este País de políticos más humanos y dignos, se abstuvo de criticar en forma directa al gobierno del presidente George W. Bush, como lo hiciera en el marco del mismo evento la también Nobel de la Paz 1976, Betty Williams.
 
Menchú habló también sobre sus aspiraciones políticas en su natal Guatemala, donde se ha registrado como candidata a la Presidencia. La indígena guatemalteca explicó que la suya no es una campaña política tradicional, cuya fuerza pueda medirse a través de las encuestas. “Nosotros no estamos comprando el voto, ni gastando millones de dólares en la campaña”. Reconoció que ciertos sectores de la iniciativa privada guatemalteca, “que suele poner y quitar candidatos”, se han resistido a su postulación, sin embargo, dijo que la gente ve en ella la única posibilidad real de cambio
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